KOTOBUKIYA: FIGURA DO DEADPOOL ESTÁ A CAMINHO!

Agora a Kotobukiya avacalhou de vez… Já vi que vou ter que começar a juntar mais dinheiro! Tudo porque a empresa resolveu lançar a figura ArtFX+ do mercenário tagarela…

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Quando acho que minhas economias são o suficiente para começar a comprar as figuras do Flash, do Hulk e do Homem de Ferro que tanto quero, a Kotobukiya resolve lançar mais uma figura fodástica que vou ser obrigado a comprar… Assim como fez com a sua linha ArtFX+ da Liga da Justiça, a empresa japonesa começará a expandir sua linha baseada nos Vingadores, e o primeiro personagem a dar as caras, é ninguém menos que Deadpool!

Inspirado na série ArtFX+ Marvel Avengers”, esculpida pelo artista Junnosuke Abe e concebidos a partir da arte conceitual de Adi Granov, o irreverente Deadpool ganha vida através da obra de Stefano Caselli. Confira:

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Essa frase me define nesse momento!

Até o momento, a Kotobukiya não liberou nenhum dado técnico da figura. Entretanto, ela deve manter as mesmas proporções e valores das demais figuras que seguem a linha ArtFX+.

“Deadpool ArtFX+” ainda não tem previsão de lançamento, mas assim que sair uma novidade sobre a figura, estarei atualizando a matéria.

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DLC: UMA BENÇÃO OU UMA MALDIÇÃO?

Alguém, em algum dia brilhante, teve uma ideia excelente: “E se nós não vendêssemos o jogo completo e ainda fizesse o otário o jogador pagar mais 20 dólares por ele?”. E assim nasceu o DLC.

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A febre dos “Conteúdos extras” estourou com a chegada no PS3 e do Xbox 360, apesar de já existir conteúdos extras para jogos no computador, essa pratica ainda não era tão difundida. Para quem não conhece, DLC –  “Downloadable Content”- é um extra para o jogo, que pode ser adquirido por meio da internet do console (PSN, Live, Steam e etc…). Bom, qual é o problema do DLC? A resposta nem sempre é simples. Vamos aos porquês.

A princípio, o DLC é algo positivo para a experiência do jogador. Sim, isso é verdade! Não há nada melhor do que jogar mais um pouco daquela parada que você adorou. Mas, com o passar do tempo,  algumas empresas começaram entender que o “gamer” quer a experiência máxima do jogo, então, eles começaram a cobrar por DLCs. Até aí, sem problemas, afinal, vivemos num sistema capitalista, certo? Todos devemos ganhar e perder dinheiro!

Depois de entender que os jogadores fazem de tudo para uma “experiência máxima”, as empresas se ligaram que eles poderiam lucrar mais ainda com seus produtos. Então, começou o problema! Alguns jogos já saem “incompletos”. Entenda, não é que a história presente na versão ~free~ não esteja completa, mas, muitas das vezes, o final é insatisfatório e você quer mais. Usando o Assassin’s Creed como referencia, vamos voltar no quarto jogo da série, que é o 2.2, que é o quarto, mas é o 2.2… (Vai entender…) Enfim, no AC Revelations entendemos mais da história do Ezio e como é a ponte entre o passado e futuro, até aí tudo bem. Maaaaaaaaas, eis que um DLC foi liberado e esse extra contava a história, mais aprofundada, do Animus e do “Piece of Eden” (um artefato que tem ligação com a história do jogo). Quem não jogou diz: Ah, mas a história principal foi contada na versão ~free~ do jogo.” Tá, até foi, mas por que o DLC tem mais detalhes? E mais, detalhes tão importantes e tão fodas que, ao meu ver, não deveria ficar fora da versão ~free~.

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Jogos da plataforma Android são os que mais sofrem desse problema. Muitos jogos se dizem free, mas te obrigam a comprar algo dentro do jogo para o mante-lo interessante. Porra, se vai cobrar pelo jogo, por que não cobra antes do download!?

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Depois de alguma pesquisa no Google, percebi que não sou o único revoltado com a situação dos conteúdos extras. Vi milhares de pessoas reclamando da mesma coisa e até me deparei com coisas muito bizarras no meio do caminho (NSFW). Eis que achei algo sensacional, mas que, na verdade, não adianta de porra nenhuma. Um inglês chamado Den Neil criou um abaixo-assinado para pedir que as companhias nos entreguem DLCs gratuitos, tendo em vista o preço dos jogos e tal. Infelizmente o abaixo-assinado já foi encerrado, mas a página continua online e você pode ver e ter uma ideia de como reclamar com a empresa.  Clique aqui para ajudar a causa (Isso ficou parecendo recrutamento para o IRA).

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Na imagem: Trabalho por comi… DLC

Raiva e pontos negativos a parte, existe um lado bom nessa torrente de cocô. Existem DLCs que são aceitáveis. DLCs que são, realmente, um conteúdo extra e te entrega uma nova história, uma real continuação do jogo. O melhor exemplo disso é 250px-UndeadArto Undead Nightmare, o DLC do Red Dead Redemption. Esse é o melhor Conteúdo extra que já comprei/joguei. Diferente do exemplo dado no ponto negativo, o RDR tem a história fechada e não se apoia no DLC para detalhes. E, quanto ao conteúdo, ele não é uma simples missãozinha ou algo bobinho, feito pra tirar seu dinheiro. Ele é uma nova história, malandro! E se os cowboys do velho oeste virassem zumbis? Porra, excelente!! Deu até vontade de jogar de novo. Outros exemplos de bons DLCs são as expansões de GTA IV: The Balad of Gay Tony e Lost MC. Os DLCs de L.A. Noire também valem a pena ser adquiridos.

comics-JaGo-games-dlc-6042721Como tudo nessa vida, existem lados positivos e negativos nos DLCs, mas, na maioria das vezes, eu só consigo enxergar o lado negativo das paradas. 15 reais por uma pistola, 30 reais por uma missãozinha de merda, 20 reais por um carro que neeeeeem é tão superior aos outros e 40 reais por um extra que conta a MESMA fuckin história do jogo, mas tem 3 falas a mais, por isso é melhor e deve ser comprado, pois essas 3 frases são suficientes para tirar toda e qualquer dúvida sobre a história. Por essas e por outras, que sou COMPLETAMENTE contra o DLC. Não nego que existam uns bons, mas a grande maioria deixa a desejar. E você, o que pensa sobre o assunto?

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10 GRANDES CENAS DE IMPROVISO NO CINEMA [PARTE 2]

Como prometido, estou trazendo para vocês mais uma leva dos improvisos mais impagáveis do cinema! Na primeira lista, clássicos como “Laranja Mecânica”, “O Silêncio dos Inocentes” e “Blade Runner, o Caçador de Andróides” foram escolhidos devido a importância que essas produções tiveram no mundo cinematográfico. Já para essa segunda lista, além de alguns clássicos, escolhi alguns filmes menos importantes, mas que tiveram cenas de improviso sensacionais e mereceram estar presentes!

Vamos começar pelo título mais antigo dessa famigerada lista. Do diretor John Schlesinger, “Perdidos na noite” (Midnight Cowboy) de 1969 contou com um verdadeiro improviso do jovem e já talentoso Dustin Hoffman.

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Na cena, Hoffman e Jon Voight andam pelas ruas de Nova York e no momento em que vão atravessar a rua, um táxi fura os avisos de filmagens e quase atropela os atores. Nesse momento Hoffman se revolta com o motorista e grita: “Hey, eu estou andando aqui.” gerando uma breve discussão que logo é deixada de lado, dando continuidade ao diálogo entre os atores. Toda a cena ficou tão natural, que inevitavelmente entrou pro filme.

Onze anos depois, o mundo conheceria “O Iluminado” (The Shining) de Stanley Kubrick e uma fala improvisada de Jack Nicholson, entraria para a história com uma das frases mais conhecidas do cinema!

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Fugindo do psicótico Jack Torrence (Nicholson), Shelley Duval e Danny Lloyd que interpretam mãe e filho no longa, se escondem no banheiro do hotel e Jack começa a destruir a porta com um machado de incêndio. Aos abrir uma fresta, o ator enfia aquela cara perturbadora no buraco e profere a frase: “Aqui está o Johnnye!”. Curiosamente, essa frase não estava no roteiro criado por Kubrick.

Em 87 fomos presenteados com o violento, mas excelente “Robocop” de Paul Verhoeven. Além de muitas críticas sociais e políticas, o longa apresentou um momento de improviso que deixou os atores envolvidos na cena, com uma cara de nojo inesperada.

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Quando o vilão Clarence Boddicker (Kurtwood Smith) é levado para polícia após levar uma surra do RoboCop (Peter Weller), Boddicker cospe uma bola se sangue em cima dos papéis do sargento, dizendo em seguida: “Me dê minha maldita ligação!”.

Antes de filmar, Smith e Verhoven haviam discutido sobre esse improviso, mas ninguém informou nada sobre a cuspidela aos demais atores, o que ficou evidente vendo a cara de nojo e surpresa enquanto a cena se desenrola.

OK, sei que “Debi & Lóide” (Dumb & Dumber) de 1994 não é nenhum clássico, mas Jim Carrey realmente se supera em uma cena totalmente improvisada, tornando seu personagem ainda mais imbecil!

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Em um momento de puro improviso, Jim Carrey pergunta a Jeff Daniels e Mike Starr se eles querem ouvir o som mais bizarro de todo mundo, para logo em seguida gritar, guinchar, ou seja lá o que for que se enquadre esse som… Seguindo o ritmo, até a reação do bandido Joe Mentalino (Starr) foi improvisada, deixando a cena muito mais engraçada e natural.

“Os Suspeitos” (The Usual Suspects) de 1995, tem uma cena que se parece mais com um erro de gravação do que uma cena improvisada, nela os suspeitos tinham que falar uma mesma frase, mas ganharam total liberdade para falar como quisessem!

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Christopher McQuarrie escreveu apenas uma fala para essa cena: “Me dê as chaves seu maldito boqueteiro!” – E deixou que os atores falassem da maneira que quisessem. MacQuarrie que inclusive interpretou o policial, pedia que os suspeitos fossem a frente e falassem a frase, mas quando ele pede que Benicio Del Toro fale em inglês, a reação de Del Toro é inesperada.

Matt Damon e Ben Affleck podem ter levado o Oscar de Melhor Roteiro por “Gênio Indomável” (Good Will Hunting) de 1997, mas um dos momentos marcantes do longa foi criado por Robin Williams, provando que atores de comédia geralmente fazem o seu melhor em cenas improvisadas.

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A cena em que o terapeuta Sean Maguire (Robin Williams) discute os costumes flatulentos da esposa com Will Hunting (Matt Daemon), veio diretamente da cabeça de Williams e não fazia parte do roteiro original. A sequência, no entanto, ficou tão natural que foi mantida no filme pelo diretor Gus Van Sant.

Matt Damon parece ter aprendido alguma coisa com Robin Williams, já que um ano depois em “O resgate do soldado Ryan” (Saving Private Ryan), o ator resolveu improvisar contando uma estória totalmente elaborada por ele e que não falava sobre os costumes flatulentos da esposa…

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Durante um intervalo da guerra, Capitão Miller (Tom Hanks) se senta com o soldado Ryan (Damon) trocando estórias sobre como seria voltar pra casa. A história que Damon conta sobre seus irmãos e o celeiro foi totalmente criada por ele durante a filmagem e agradou tanto o diretor Steven Spielberg que acabou entrando no filme.

“O Virgem de 40 Anos” (The 40 Year-Old Virgin) de 2005 também não é nenhum clássico, mas merece ser lembrado aqui, principalmente pela cena onde Seth Rogen e Paul Rudd se insultam enquanto jogam videogame.

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Essa cena em que que os atores trocam insultos sobre a sua suposta opção sexual, foi completamente improvisada.

[Bônus] O número “você sabe porque eu sei que você é gay” ganhou tanto destaque que acabou se repetido em “Ligeiramente Grávidos” (Knocked Up) de 2007. A cena tem apenas alguns segundos na edição final, mas um extra no DVD mostra a cena completa com mais de seis minutos.

“Se Beber, Não Case!” (The Hangover) de 2009, é mais um filme que conseguiu apresentar cenas que o grande público dificilmente irá esquecer, e seguindo a premissa apresentada no longa, o improviso não poderia ser menos politicamente incorreto.

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Deixando alguns perplexos e outros morrendo de rir, em certo momento do filme, Zach Galifianakis resolve improvisar e simula que o bebê Carlos estaria se masturbando. Tentando minimizar o impacto causado, o ator revelou que a cena foi feita com um boneco e não com uma criança de verdade, mas brincou: “esta é uma improvisação que vai me perseguir por toda vida.”

Como começamos a lista anterior com “O poderoso chefão” (The Godfather) do mestre Coppola, nada mais justo que terminar essa, com mais um improviso impagável desse clássico!

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Além da cena do gato, temos outro improviso igualmente sutil, só que dessa vez com uma pitada de humor, que acaba apaziguando um momento de tensão.

Poucos sabem, mas a clássica frase “Leave the gun, take the cannoli” (“Deixe a arma, leve o cannoli”) não estava no roteiro original. O ator Richard Castellano deveria dizer apenas “Deixe a arma”, mas acabou “lembrando” da massa na cena e resolveu pedir para pegá-la, criando assim, uma das frases mais icônicas de todo filme!

O mundo cinematográfico está repleto desses momentos, dessas grandes sacadas. E assim como falei da outra vez, é bem complicado escolher quais deles deveriam entrar e quais deveriam ficar de fora dessa lista. Entretanto, resolvi seguir o mesmo princípio da primeira, onde preferi incluir alguns improvisos clássicos e alguns outros relevantes para mim.

Espero que tenham curtido e se conhecerem algum outro improviso, deixem ai um comentário! De repente eu faço uma [Parte 3]…

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ASSASSIN’S CREED IV: REI DOS MARES E DOS BUGS

A franquia que já é conhecida por todos os fãs e já tem data de lançamento para seu próximo jogo, tomou minha atenção nos últimos dias.

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Adquiri o jogo recentemente e prontamente saí jogando. Com o passar das missões, mapas, partes chatas e estórias fodas, reparei que algo sempre me acompanhava no caminho. Sempre que precisava de extrema cautela ou habilidade, lá estava o bug para me atrapalhar.

Antes de criticar o jogo, devemos falar da qualidade dele. ESPETACULAR! Eu sei que muitos dirão que o gráfico (especialmente o “desenho” dos seres humanos) é meio zoado, mas nada que atrapalhe o conjunto da obra. A estória, como é de praxe na série, foi foda! Essa mistura de personagens reais com personagens fictícios é muito bem feita! Mas, chega de papo de ficante e vamos aos bugs!

BUGS! BUGS! BUGS!

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Existem diversos bugs em todo sandbox, isso é uma realidade. Mas, sinto que nessa versão do AC os bugs se superaram. Falhar missão (ou não completar 100%) porque você ficou preso no meio de uma árvore é broxante. Outro bug mega recorrente do jogo é o que chamo de “sapinho”. Quando Edward sobe em algo que ele precise ficar agachado em cima, como um toco de árvore, e tem um inimigo perto, o personagem fica preso ali e não se move até que tome uma porrada (meio masoquista, não?) Enfim, depois de 40 horas jogadas e muita, mais muita dor de cabeça por causa de bugs, descobri que não estava sozinho. Inúmeros jogadores reclamaram dos mesmos problemas na internet. Aparentemente a Ubisoft nada faz para consertar os problemas do jogo, o que deixa alguns usuários revoltados.

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Maaaaaaaaaaaaaas, sejamos francos, nem todo bug dá raiva, alguns até te surpreendem. Veja esse vídeo do bug MAIS ÉPICO de todos os bugs do mundo.

Sim, Edward Kenway é o Moisés dos piratas!

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Mimimis e brincaderias de lado, o jogo é muito bom. Mesmo com inúmeros bugs e quest chatas, vale (e muito!) ser jogado! O jogo tá entre 50~80 reais e pode ser encontrado nas principais lojas de jogos, tanto online quanto em lojas físicas. E agora, com o jogo zerado, devemos esperar o Unity chegar com mais bugs!

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[RESENHA com SPOILERS] CAVALEIROS DO ZODÍACO – A LENDA DO SANTUÁRIO

Vi muita gente falando sobre esse filme e muitas delas, falando merda… É um filme ruim, sim de fato é! Mas não esse monstro que estão dizendo por ai…

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Primeiramente, opinião é igual bunda e cada um tem a sua. O grande problema é quando as pessoas começam a defecar pela boca, ou seja, começam a falar com propriedade sobre algo, sendo que não conhecem nada sobre o tema! Segundamente (rs) , conhecendo a nossa sociedade atual, acho que não importaria se o filme fosse bom, ele sofreria duras críticas do mesmo jeito, por tanto, o maior problema não é o filme por si só, mas os mimizeiros, haters e mal informados de plantão.

Vou começar dizendo que Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário decepciona sim e em diversos aspectos, e a princípio, até pensei em fazer uma crítica sobre o filme, mas como essa bagaça é realmente muito ruim, resolvi fazer uma resenha mesmo… Dessa forma, posso esquecer as cagadas técnicas que essa produção apresentou e assim, desmistificar algumas coisas e focar um pouco mais no que foi positivo… Sim jovem Padawan, tivemos coisas boas!

Diferente do que muitos imaginam, essa produção trouxe coisas tão boas para o universo de CDZ, que é difícil entender o porque delas não terem surgido antes. Em certos aspectos, o filme ficou bem mais realista, urgente e as armaduras literalmente roubaram a cena.

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Pois é, as armaduras foram definitivamente um ponto alto do filme, mesmo com seus capacetes Hi-tech. Embora tenham sido alvos de críticas desde as primeiras fotos divulgadas, esses novos modelos apresentaram um desenho muito diferente do tradicional (o que já é o suficiente para os haters odiarem o filme), mas pela primeira vez parecem ser eficientes na função de proteger. Elas realmente passam a sensação de serem espessas e resistentes, além de serem ricas em detalhes, texturas e cores (No caso das armaduras de ouro, representados pelo Ouro amarelo, Ouro branco e Ouro rosé).

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Para os que reclamaram e ainda reclamam do visual, dizendo que não combina com o traço original, um artista resolveu desenha-las com o traço do anime. Saca só!

Ainda não gostou? Sugiro que deem uma olhadinha nas armaduras do Saint Seiya Omega... Aquilo sim é ruim!

Ainda não gostou? Sugiro que deem uma olhadinha nas armaduras do Saint Seiya Ômega… Aquilo sim é ruim! :p

Além das armaduras, acho que uma outra mudança muito válida feita nesse filme, foi terem colocado Milo como uma mulher! Masami Kurumada (autor de CDZ), tinha  vontade que as mulheres ganhassem mais destaque no mundo dos cavaleiros. Uma das medidas postas em prática no filme, foi a importância e desenvolvimento que Saori ganhou durante todo o tempo, tornando-se um personagem muito mais interessante do que a suas versões no mangá e no anime. Mas isso não era o suficiente, uma amazona é mais impactante e um dos cavaleiros de ouro teria que ser substituído. Provavelmente Milo foi o escolhido por ser o único com nome unisex, ter um golpe bem feminino e ter uma suposta relação “romântica” com o Camus. (sim, você leu corretamente… No Japão, os fãs japoneses relacionam Camus e Milo como um casal gay).

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Fonte: Facebook.com/CDZÔmegaBrasil

Outro ponto positivo, mas que passou desapercebido pela maioria, foram as referências que o filme fez aos demais títulos da franquia. Os fãs mais atentos, com certeza pegaram alguns easter eggs do manga, anime, Episódio G e Lost Canvas. Como por exemplo, os pingentes que fazem referencia ao Ômega.

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Esses pingentes além de serem mais bonitos, são bem mais convincentes que aqueles benditos cristais que se transformam em uma armadura coladinha…

Como puderam ver, o filme teve lá os seus momentos… Poucos, mas teve! Agora vou falar um pouco das cagadas e tentar ver algo positivo nelas.

Mascara da Morte de câncer… Haaa Mascara da Morte… O que fizeram com você?

Tudo bem que o personagem não é um dos mais legais, mas no anime ele deixou muitas crianças em pânico ou mesmo perturbadas com sua presença obscura e sua casa decorada com cabeças decepadas. Bom, tecnicamente a casa sombria e as cabeças estavam lá, mas tudo desandou quando ele resolveu cantar… Como se isso não fosse suficiente, fogos de artifício estouravam de diversos lugares e as cabeças se iluminavam como luzes neon em uma festa rave.

O que você não deve saber, é que esse, que talvez tenha sido o momento mais deprimente do filme, aparentemente foi retirado do mangá! Sim, andei dando uma olhada em alguns sites e fanpages, e descobri de alguns fãs mais hardcore, que o Mascara da Morte realmente da um showzinho nos quadrinhos orientais!

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Fonte: Facebook.com/cavdozodíaco

A enrolação talvez seja o fator que mais me incomoda nesses animes muito longos, quando era criança e meu senso crítico ainda era precário, isso não me incomodava, Atena podia ficar com uma flecha cravada no peito por séculos, assim como o planeta Namekusei de Dragon Ball Z, podia ficar prestes a explodir para sempre, que eu estaria em frente a tv, assistindo e vibrando a cada episódio novo. Entretanto, isso é um dos fatores que mais me afastam dos títulos de sucesso atualmente, já a sensação de urgência passada em Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário me agradou… Em partes…

O filme poderia ter sido maior, poderia ter se desenvolvido de forma mais completa. Até a metade do longa, tudo estava ok, tivemos as batalhas clássicas (mesmo que um pouco diferentes), humor e uma explicação breve, para não deixar os mais leigos por fora da história. Entretanto, daí em diante tudo foi muuuito corrido…

Por falar em corrido, ninguém teve uma participação tão rápida e inútil nesse filme como o cavaleiro de Peixes! Que participação pífia… Se fosse pra morrer dessa forma ridícula, melhor que nem tivesse aparecido.

Até os cavaleiros de prata que morreram no início do filme foram mais importantes!

Até os cavaleiros de prata que morreram no início do filme foram mais importantes que esse bostinha ai!

Japoneses possuem uma fixação por criaturas gigantescas que nem mesmo Freud explica… Partindo daí, podemos desistir de entender o porque daquele final ridículo onde Saga se transforma naquela aberração gigantesca! Francamente não imaginava que podiam empilhar merda tão alto… Sério, precisava daquilo?

Em comparação com o mangá e o anime, talvez a maior mudança sofrida tenha sido com o Santuário. No filme, representado por um cenário muito bonito, mas irreconhecível, incrivelmente irreal e estupidamente difícil de entender o caminho que os cavaleiros precisam seguir. Transformaram o santuário, que era representado por construções e ruínas gregas, em uma gigantesca cidade futurística repleta de edifícios, torres, dirigíveis e objetos flutuantes que desafiam as leis da física!

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WTF?

Pode ser ingenuidade ou muita confiança mesmo, mas a maioria foi ao cinema pensando que veria uma versão poket das 12 casas… Bobinho! Embora a dublagem clássica tenha sido feita de forma magistral, ela atrapalha em nos desligarmos do passado, o filme não é para ser nostálgico, ele é um reboot e diversas coisas foram alteradas propositalmente. No Japão, onde uma mudança nas vozes originais enfurece muita gente, uma nova dublagem foi realizada pensando justamente nisso. É o mesmo motivo de não termos ouvido a tão adorada Pegasus Fantasy.

A nostalgia foi com certeza um dos fatores que fizeram com que tanta gente se decepcionasse com Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário. Até por que, por aqui o filme não foi vendido como um reboot, mas sim, um filme dos cavaleiros feito com animação 3D.

E ai? Será que se o filme for visto com um olhar menos saudosista o resultado final é mais positivo?

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[RESENHA] SONS OF ANARCHY: BALAS, MOTOS E “BROTHERHOOD”

A série acabou de estrear sua 7ª e última temporada e a ideia é falar um pouco sobre essa série que vem deixando os fãs de motos alucinados. Se você nunca assistiu a série, fique tranquilo! Não haverá spoiler nesse texto! :)

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Sinopse 

A premissa da série é bem simples. Ela acompanha Jax Teller, Vice presidente do Sons of Anarchy MC, e te mostra como é a vida de um clube “fora da lei”. Com o passar das temporadas, Jax começa a discordar de certas ações do presidente atual do SOA, Clay Morrow (Hellboy), o que o faz buscar um caminho diferente para seu clube. Jax luta para manter o clube fundado por seu pai e, ao longo do caminho, descobre coisas que mudam seu ponto de vista com o clube. Além de tentar acertar o clube, ele também deve cuidar de sua esposa e filhos.

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Deixando as formalidades pra trás, a série é foda! Sua estreia foi em 2008, mas só resolvi assistir quando foi lançada no Netflix. Como toda série longa, SOA tem seus pontos altos e baixos, prós e contras, que, para alguns, deixa a série chata. Ao meu ver, os pontos fracos não estragam a diversão do espectador. Vamos lá!

A série começa com um milhão de informações sobre o clube. Vemos que eles tem ligação com o IRA, e que revendem as armas contrabandeadas pelo movimento. Além de negociar armas, como todo Moto Clube “fora da lei” que se preze, eles ganham dinheiro fazendo escoltas de cargas e itens roubados. Situados em Charming, CA, os Sons estão em atividade há mais de 25 anos. Nesse meio tempo, eles criaram laços em Charming e são ~adorados~ pelos locais. Logo na primeira temporada, podemos ver como funciona o esquema do clube, todos seus negócios, seus problemas internos e os problemas pessoais de cada membro do MC. Uma coisa beeeeeeem foda que os produtores fizeram, foi aprofundar os personagens ao longo das temporadas. A princípio, são só um monte de maluco que ganham dinheiro de forma ilegal. Mas, ao decorrer da série, essa opinião muda. E em certos momentos que chamo de “Violência gratuita para ajudar um amigo”, abrimos um sorriso com aquilo, mesmo sendo COMPLETAMENTE errado.

Mimimis e elogios a parte, vamos aos pontos positivos e negativos da série:

 

Pontos Positivos

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Como dito acima, o ponto positivo da série é a amizade, o “brotherhood”, dos integrantes do MC. Além disso, as ótimas atuações ajudam a melhorar a diversão ao longo da série. A comédia também é presente na série, ainda que sua temática seja pesada, os autores procuram adicionar uma pegada humorística sempre que possível. Personagens como Tigg, Happy e Chucky, transformam uma série de drama em algo menos agressivo e engraçado; mas não é só de comédia que a série se mantem. A cada temporada que termina, temos uma explosão de cabeça com os planos bolados pelo MC para sair das mais difíceis situações, como não ser currado pelo ATF, por exemplo. Grande parte do sucesso da série são seus personagens. Eles são responsáveis por prender o espectador e a cada episódio que termina, nós queremos ver mais. Mas não vou falar dos personagens agora, falarei de cada um mais pra frente.

Pontos Negativos

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Como nada é perfeito, a série tem alguns pontos negativos, mas, como dito anteriormente, nada que atrapalhe a diversão do espectador. Falar dos pontos negativos sem soltar um pouco de spoiler é complicado, mas vou tentar fazer isso. Bom, na 4ª e na 5ª temporada, Jax se encontra com um problema famíliar ( Se quiser saber o que é, assiste a série! Não vou dar spoiler :D), o que muda o foco da série para o drama vivido por ele. Não é nada que se diga “Caralho, que merda!”, mas chega a ser chato e monótono por um tempo. Tipo The Walking Dead, mas TWD é pior. Um dos pontos positivos, pra mim, entra como ponto negativo para outras pessoas, que são os planos mirabolantes do MC para se livrar do problema, e como o plano sai SEMPRE como foi escrito no papel. Eu vi gente reclamando disso, mas, ao meu ver, “fuck ‘em!!

 

Personagens

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Os personagens de SOA são, no minimo, MUITO bem elaborados. Com o passar do tempo, vemos que cada um tem a sua história aprofundada e ao longo do tempo você se apega mais a eles. Reação parecida aconteceu em The Sopranos, da HBO. Bom, vamos aos personagens principais:

 

1 – Jackson “Jax” Teller (Charlie Hunnam)

Jax é o protagonista da série e tem como função manter o clube. Ele é o VP ( Vice presidente) do SOA MC. Jax é o tipo do cara estourado, mas inteligente. Quando ele descobre um livro escrito por seu pai, ele resolve que é hora de fazer uma mudança no caminho do clube. Nas temporadas que se seguem, vemos Jax tomando escolhas difíceis, tanto para sua vida pessoal, quanto para seu clube. Sem dar nenhum spoiler, Jax é o personagem mais irado da série!

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2 – Clarence “Clay” Morrow ( Ron Hellboy, bitch! Pearlman)

Clay é o típico chefe de uma organização criminosa. Inteligente, dissimulado e disposto a fazer tudo para alcançar seus objetivos. Trocando em miúdos, é um grandississississississímo filho da puta! Ele é casado com Gemma, mãe de Jax. Com a morte de John Teller, pai de Jax e criador do MC, Clay virou presidente e começou a comandar desde então. Ele foi o responsável pelo aumento na demanda das armas vindas da Europa, e do aumento do rendimento $$ do grupo. Ele também é responsável pela negociação com os Mayans, gangue rival, que levou os Sons a transportarem armas e drogas para o Cartel Mexicano. Mas isso já é spoiler :)

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3 – Gemma Teller-Morrow ( Katey ~milf~ Sagal)

Gemma é a “mãezona” da galera, ele é casada com Clay, presidente do MC e filho da puta, e é mãe de Jax, VP do grupo. Ela é uma personagem forte e determinada, que, assim como Clay, não mede esforços para realizar suas vontades. Ela era casada com John Teller, pai de Jax e melhor amigo de Clay, que morreu em um acidente de moto. Gemma, então, encontrou conforto nos braços de Clay e eles estão juntos desde então.

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4 – Robert “Bobby” Munson ( Mark Boone Jr.)

Bobby Elvis, como também é conhecido pela galera, é um cara mais responsável, mais sensato. Além de ser um badass modafucka, ele também faz cover do Elvis Presley, daí seu apelido. Com o passar das temporadas, Bobby se torna conselheiro e, assim como Jax, quer tirar o clube da ilegalidade. Por isso, ele vira responsável pelas organizações legítimas e ~familiares~ do clube.

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5 – Alex “Tig” Tagger ( Kim Koates)

Tig é um dos personagens mais engraçados e malucos da série, seu desejo incontrolável por pussy o faz criar situações extremamente engraçadas, como no episódio em que eles devem procurar um corpo no hospital, e Tigg revela que sente atração por mortos. Além dessa estranha obsessão, ele também adora as croweaters, “fãs” do clube, e travestis. Sim, travestis! Tig não é só pervertido, ele também é leal ao clube. Apesar de fazer algumas merdas, ele sempre está a serviço do MC.

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6 – Fillip “Chibs” Telford ( Tommy Flanagan)

Chibs é um irlandês que se juntou ao clube há muito tempo. Chibs é um dos mais leais do clube e, assim como Jax e Bobby, sabe que o MC deve sair do mercado de armas. Com o passar do tempo, vemos que seus laços com a irlanda ainda estão ativos e nos é apresentado sua mulher e filha, que pertencem a Jimmy O’Phelan, um grandississississississímo filho da puta, que é um dos chefões do IRA.

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7 – Harry “Opie” Winston ( Ryan Hurst)

Opie é o melhor amigo de Jax desde a infância e é um dos mais leais à mesa. Depois de passar 5 anos na prisão, Opie havia decidido por largar o MC e a vida do crime para ficar com sua esposa e filhos, mas foi obrigado a voltar por causa de problemas com os Mayans. Com o passar da série, Opie se torna cada vez mais importante dentro do clube.

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8 – Piermont “Piney” Winston (William Lucking)

Winston é um dos membros originais do clube e ajudou John Teller a fazer o clube crescer. Piney é o pai de Opie e, assim como Jax, queria que o clube saísse do negócios ilegais. Piney nunca foi muito favorável a Clay assumir o grupo, sempre que possível, questionava sua liderança e sua decisão.

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9 – Juan Carlos “Juice” Ortiz (Theo Rossi)

Juice é o cara “tecnológico” do MC, sempre que o grupo precisa de informações, ele as acha. Com o passar do tempo, Juice se mete em uns problemas que o ameaçam dentro do Clube, mas isso é o máximo que posso ir sem dar spoiler. Ele usa um corte de cabelo um tanto quanto duvidoso e protagoniza uma das cenas mais engraçadas da série, quando toma umas pílulas e acorda na rua, vestido de bebê.

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10 – Happy (David LaBrava)

Happy, junto com Tig, é um dos personagens mais engraçados da série. Com um aspecto de psico, risadas durante tiroteios e paixão por desenho animado, Happy é, sem dúvida, o personagem mais curioso. No início da série ele é Nomad, divisão do SOA sem lugar fixo, mas logo recebe o patch de Redwood e se fixa em Charming. Uma curiosidade sobre Happy, é a sua tatuagem de carinhas felizes, uma pra cada morte.

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11 – Dr. Tara Knowles ( Maggie Siff)

Tara é a esposa de Jax e, como ela mesma diz, “médica da máfia”. Quando um integrante toma um tiro ou é mordido por um cachorro, ela é chamada para resolver a situação. Tara começa como uma personagem que volta à Charming para trabalhar no hospital local, mas logo acaba se reconectando com o seu passado ali. Com o passar do tempo, Tara, já casada com Teller, acaba se enchendo da vida perigosa que seu marido leva e resolve fazer alguma coisa.

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12 – Wayne Unser ( Dayton Callie)

Wayne é o típico policial corrupto de cidade pequena. Sua única vontade era ver Charming em paz, por isso, fez um trato com o SOA para que fizessem seus negócios fora da cidade e, em troca, ele daria informações confidencias para o MC. Depois de algumas temporadas, Wayne se aposenta da polícia e se torna amigo do grupo, ajudando-os o máximo que seu câncer permite.

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Outros personagens

Além desses descritos acima, a série conta com diversos outros personagens que tiveram sua importância na história. Queria poder citar todos, mas a matéria ficaria maior do que já está. Desdes sidekicks podemos citar o Grim Bastards MC, que ajuda o SOA sempre que eles precisam de uma ajuda. Não podemos esquecer do Nero Padilla, dono do Diosa, que entra em parceria com Jax para manter seu negócio de ~prostituição legítimo~, do Barosky, policial corrupto de Oakland, que cuida dos negócios “legítimos” do MC por lá, o Diosa Del Sur. O mais incrível nesse personagem é o fato do ator ser o Peter Weller, SIM, O ROBOCOP! É nessas horas que você perde a esperança… Até o robocop virou corrupto. Além desses, não podemos nos esquecer da  Agente Stahl, da ATF,  que perturbou a vida de todos os integrantes do MC por muito tempo até que… Bom, isso já é spoiler. :)  E do Deputy Chief Hale, que tentou derrubar o MC a todo custo.

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Se você leu até aqui significa que a série te interessou, então, vamos ao fatos. Como dito na primeira linha, a série se encontra na sua 7ª e última temporada e está em exibição pela FX. A Netflix tem até a 4ª temporada completa, ainda sem previsão de chegar a 5ª,6ª e 7ª temporadas. Se você preferir, pode dirigir-se até a locadora do Paulo Coelho e baixar todas as temporadas lá. Como considerações finais, eu gostaria de acrescentar que a série é foda e vale muito ser assistida! Se você curte uma boa trama com motos e balas, essa série, definitivamente, vai fazer você pirar!

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