PARA TUDO! CAPITÃO AMÉRICA 3 IRÁ ADAPTAR A GUERRA CIVIL

Parem as prensas!!!! “Capitão América 3” vai colocar Steve Rogers e Tony Stark frente a frente diante de uma GUERRA CIVIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ao que tudo indica…

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O negócio é sério. Segundo o site Variety, Robert Downey Jr. assinou ou vai assinar um contrato para participar das filmagens de “Capitão América 3”. O terceiro filme do bandeiroso irá adaptar a tão aclamada Guerra Civil (ou pelo menos o começo dela) para as telonas, começando assim, uma nova fase para a Marvel Studios.

O retorno de Downey Jr. em um filme do estúdio, quase não aconteceu. Originalmente, a Marvel queria que o ator fizesse uma breve participação no filme, mas Robert exigiu algo que tivesse mais importância dentro da história e que desse a ele mais tempo de cena. Isso levou os roteiristas a desenvolverem um novo roteiro, que para a alegria de uma nação de Marvetes, deve abordar a Lei de Registro de Super-humanos.

Segundo o CBM, “A história colocará Stark contra o Capitão América e seu alter-ego Steve Rogers, interpretado por Chris Evans, diante dos conflitos gerados pela Lei de Registro de Super-humanos, que força todo e qualquer humano com habilidades especiais a revelar sua identidade para o governo dos Estados Unidos e concordar em agir como uma força policial perante as autoridades. Stark apoia o programa enquanto Rogers prega pela liberdade dos direitos civis, levando Rogers a se tornar um foragido. A questão moral e o embate entre aqueles que já lutaram lado a lado nos Vingadores transformará Tony Stark no grande vilão de ‘Capitão América 3’, dando a Downey Jr. uma nova visão para seu personagem no futuro do Universo Cinematográfico Marvel.”

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Na segunda-feira, a Marvel anunciou que tinha planos para reiniciar o arco da Guerra Civil em 2015, o que se pensarmos de uma forma mais abrangente, irá ajudará a introduzir a história para os novos leitores, preparando o terreno para “Capitão América 3″.

Até que a notícia se confirme, entendam essa história de “Guerra Civil nos cinemas” apenas como um rumor. Um rumor que se encaixa perfeitamente com uma nova versão nos quadrinhos e com as negociações entre a Sony e a Marvel Studios, visando uma aliança. E com isso um Homem-Aranha no mundo dos Vingadores…

Aah cara… Como eu quero ver isso nos cinemas! Parece que eu estava prevendo algo do tipo, sexta-feira (dia 10) resolvi reler o meu exemplar da Guerra Civil e fiquei imaginando como a Marvel poderia adaptar essa obra para os cinemas…

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COMO DIFERENCIAR REMAKE E REBOOT?

Muitos de vocês devem ter a dúvida do que é de fato um remake e um reboot. Muitos até acreditam que são a mesma coisa e isso não é uma dúvida tão incomum, percebo que até mesmo críticos e entendedores de cinema comumente se confundem com os termos! Depois de uma conversa com o Nick (um dos editores do Vambebe) resolvi fazer uma matéria explicativa sobre o tema.

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Hoje em dia produzir remakes e reboots está na moda em Hollywood, muitos afirmam que isso é falta de criatividade dos estúdios, que aproveitam uma história pronta e simplesmente a refazem (aproveitando poucos ou muitos dos elementos do filme original). Outros defendem que essa prática visa atualizar o público moderno, apresentando histórias consagradas, mas de uma forma mais atual. Existe ainda filmes que são produzidos com a finalidade de corrigir ou fazer com que o original caia no esquecimento!

Mas como distinguir um do outro?

Remake

Traduzindo para português, a palavra remake significa refazer, reconstruir, voltar a fazer e é exatamente esse o intuito. Quando um filme antigo (as vezes nem tão velho) é refilmado, mas se mantém totalmente baseado na mesma história, esse filme é considerado um remake.

Um bom exemplo de remakes são o “King Kong” (2005) do diretor Peter Jackson, que é um remake do clássico de 1933 e a refilmagem clássica é “A Fantástica Fábrica de Chocolate” de Tim Burton, refeita com base no filme de 1971. Um remake mais atual é o “RoboCop” do brasileiro José Padilha, o título original é de 1987.

O Vingador do Futuro (Total Recall) original é de 1990

O Vingador do Futuro (Total Recall) original é de 1990

Reboot

Traduzindo para o nosso idioma, reboot significa reinício, reinicializar. Esse tipo de refilmagem normalmente acontece quando o título original não agrada ou demonstra problemas para uma possível continuação, sendo assim, o filme original é esquecido e a franquia é reiniciada com um novo elenco, outra dinâmica e com a história tomando um rumo completamente diferente.

Um bom exemplo disso é “O Espetacular Homem-Aranha”, filme que reconta a história do cabeça de teia com novos atores, outro roteiro, novos vilões e estilo diferente, tentando assim não fazer ligação com a trilogia filmada por Sam Raimi. Outro bom exemplo é “Batman Begins”, filme que trouxe de volta Batman às origens com uma pegada mais séria, reiniciando a franquia que começou em 1989 estrelada por Michael Keaton e que teve diversos outros reboots (Sendo que “Batman Begins” é reboot de “Batman & Robin” de 1997).

O Homem de Aço (The Men of Steel) é um reboot

O Homem de Aço (The Men of Steel) é um reboot

Durante a conversa que gerou a ideia de fazer a matéria, dei um exemplo que pode ajudar a lembrar a diferença de um remake e um reboot:

“Quando você está usando um computador e resolve desliga-lo para ir dormir e volta a liga-lo no dia seguinte, isso é um remake e quando você está usando o computador e precisa reinicia-lo para reparar um erro do sistema, isso é um reboot!”

Espero que esse post tenha ajudado a acabar com as dúvidas sobre o assunto, deixe um comentário falando o que achou da matéria e se ainda tem alguma dúvida!

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Fonte de Inspiração: Revista Geek

10 GRANDES CENAS DE IMPROVISO NO CINEMA [PARTE 2]

Como prometido, estou trazendo para vocês mais uma leva dos improvisos mais impagáveis do cinema! Na primeira lista, clássicos como “Laranja Mecânica”, “O Silêncio dos Inocentes” e “Blade Runner, o Caçador de Andróides” foram escolhidos devido a importância que essas produções tiveram no mundo cinematográfico. Já para essa segunda lista, além de alguns clássicos, escolhi alguns filmes menos importantes, mas que tiveram cenas de improviso sensacionais e mereceram estar presentes!

Vamos começar pelo título mais antigo dessa famigerada lista. Do diretor John Schlesinger, “Perdidos na noite” (Midnight Cowboy) de 1969 contou com um verdadeiro improviso do jovem e já talentoso Dustin Hoffman.

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Na cena, Hoffman e Jon Voight andam pelas ruas de Nova York e no momento em que vão atravessar a rua, um táxi fura os avisos de filmagens e quase atropela os atores. Nesse momento Hoffman se revolta com o motorista e grita: “Hey, eu estou andando aqui.” gerando uma breve discussão que logo é deixada de lado, dando continuidade ao diálogo entre os atores. Toda a cena ficou tão natural, que inevitavelmente entrou pro filme.

Onze anos depois, o mundo conheceria “O Iluminado” (The Shining) de Stanley Kubrick e uma fala improvisada de Jack Nicholson, entraria para a história com uma das frases mais conhecidas do cinema!

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Fugindo do psicótico Jack Torrence (Nicholson), Shelley Duval e Danny Lloyd que interpretam mãe e filho no longa, se escondem no banheiro do hotel e Jack começa a destruir a porta com um machado de incêndio. Aos abrir uma fresta, o ator enfia aquela cara perturbadora no buraco e profere a frase: “Aqui está o Johnnye!”. Curiosamente, essa frase não estava no roteiro criado por Kubrick.

Em 87 fomos presenteados com o violento, mas excelente “Robocop” de Paul Verhoeven. Além de muitas críticas sociais e políticas, o longa apresentou um momento de improviso que deixou os atores envolvidos na cena, com uma cara de nojo inesperada.

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Quando o vilão Clarence Boddicker (Kurtwood Smith) é levado para polícia após levar uma surra do RoboCop (Peter Weller), Boddicker cospe uma bola se sangue em cima dos papéis do sargento, dizendo em seguida: “Me dê minha maldita ligação!”.

Antes de filmar, Smith e Verhoven haviam discutido sobre esse improviso, mas ninguém informou nada sobre a cuspidela aos demais atores, o que ficou evidente vendo a cara de nojo e surpresa enquanto a cena se desenrola.

OK, sei que “Debi & Lóide” (Dumb & Dumber) de 1994 não é nenhum clássico, mas Jim Carrey realmente se supera em uma cena totalmente improvisada, tornando seu personagem ainda mais imbecil!

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Em um momento de puro improviso, Jim Carrey pergunta a Jeff Daniels e Mike Starr se eles querem ouvir o som mais bizarro de todo mundo, para logo em seguida gritar, guinchar, ou seja lá o que for que se enquadre esse som… Seguindo o ritmo, até a reação do bandido Joe Mentalino (Starr) foi improvisada, deixando a cena muito mais engraçada e natural.

“Os Suspeitos” (The Usual Suspects) de 1995, tem uma cena que se parece mais com um erro de gravação do que uma cena improvisada, nela os suspeitos tinham que falar uma mesma frase, mas ganharam total liberdade para falar como quisessem!

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Christopher McQuarrie escreveu apenas uma fala para essa cena: “Me dê as chaves seu maldito boqueteiro!” – E deixou que os atores falassem da maneira que quisessem. MacQuarrie que inclusive interpretou o policial, pedia que os suspeitos fossem a frente e falassem a frase, mas quando ele pede que Benicio Del Toro fale em inglês, a reação de Del Toro é inesperada.

Matt Damon e Ben Affleck podem ter levado o Oscar de Melhor Roteiro por “Gênio Indomável” (Good Will Hunting) de 1997, mas um dos momentos marcantes do longa foi criado por Robin Williams, provando que atores de comédia geralmente fazem o seu melhor em cenas improvisadas.

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A cena em que o terapeuta Sean Maguire (Robin Williams) discute os costumes flatulentos da esposa com Will Hunting (Matt Daemon), veio diretamente da cabeça de Williams e não fazia parte do roteiro original. A sequência, no entanto, ficou tão natural que foi mantida no filme pelo diretor Gus Van Sant.

Matt Damon parece ter aprendido alguma coisa com Robin Williams, já que um ano depois em “O resgate do soldado Ryan” (Saving Private Ryan), o ator resolveu improvisar contando uma estória totalmente elaborada por ele e que não falava sobre os costumes flatulentos da esposa…

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Durante um intervalo da guerra, Capitão Miller (Tom Hanks) se senta com o soldado Ryan (Damon) trocando estórias sobre como seria voltar pra casa. A história que Damon conta sobre seus irmãos e o celeiro foi totalmente criada por ele durante a filmagem e agradou tanto o diretor Steven Spielberg que acabou entrando no filme.

“O Virgem de 40 Anos” (The 40 Year-Old Virgin) de 2005 também não é nenhum clássico, mas merece ser lembrado aqui, principalmente pela cena onde Seth Rogen e Paul Rudd se insultam enquanto jogam videogame.

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Essa cena em que que os atores trocam insultos sobre a sua suposta opção sexual, foi completamente improvisada.

[Bônus] O número “você sabe porque eu sei que você é gay” ganhou tanto destaque que acabou se repetido em “Ligeiramente Grávidos” (Knocked Up) de 2007. A cena tem apenas alguns segundos na edição final, mas um extra no DVD mostra a cena completa com mais de seis minutos.

“Se Beber, Não Case!” (The Hangover) de 2009, é mais um filme que conseguiu apresentar cenas que o grande público dificilmente irá esquecer, e seguindo a premissa apresentada no longa, o improviso não poderia ser menos politicamente incorreto.

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Deixando alguns perplexos e outros morrendo de rir, em certo momento do filme, Zach Galifianakis resolve improvisar e simula que o bebê Carlos estaria se masturbando. Tentando minimizar o impacto causado, o ator revelou que a cena foi feita com um boneco e não com uma criança de verdade, mas brincou: “esta é uma improvisação que vai me perseguir por toda vida.”

Como começamos a lista anterior com “O poderoso chefão” (The Godfather) do mestre Coppola, nada mais justo que terminar essa, com mais um improviso impagável desse clássico!

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Além da cena do gato, temos outro improviso igualmente sutil, só que dessa vez com uma pitada de humor, que acaba apaziguando um momento de tensão.

Poucos sabem, mas a clássica frase “Leave the gun, take the cannoli” (“Deixe a arma, leve o cannoli”) não estava no roteiro original. O ator Richard Castellano deveria dizer apenas “Deixe a arma”, mas acabou “lembrando” da massa na cena e resolveu pedir para pegá-la, criando assim, uma das frases mais icônicas de todo filme!

O mundo cinematográfico está repleto desses momentos, dessas grandes sacadas. E assim como falei da outra vez, é bem complicado escolher quais deles deveriam entrar e quais deveriam ficar de fora dessa lista. Entretanto, resolvi seguir o mesmo princípio da primeira, onde preferi incluir alguns improvisos clássicos e alguns outros relevantes para mim.

Espero que tenham curtido e se conhecerem algum outro improviso, deixem ai um comentário! De repente eu faço uma [Parte 3]…

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[RESENHA com SPOILERS] CAVALEIROS DO ZODÍACO – A LENDA DO SANTUÁRIO

Vi muita gente falando sobre esse filme e muitas delas, falando merda… É um filme ruim, sim de fato é! Mas não esse monstro que estão dizendo por ai…

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Primeiramente, opinião é igual bunda e cada um tem a sua. O grande problema é quando as pessoas começam a defecar pela boca, ou seja, começam a falar com propriedade sobre algo, sendo que não conhecem nada sobre o tema! Segundamente (rs) , conhecendo a nossa sociedade atual, acho que não importaria se o filme fosse bom, ele sofreria duras críticas do mesmo jeito, por tanto, o maior problema não é o filme por si só, mas os mimizeiros, haters e mal informados de plantão.

Vou começar dizendo que Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário decepciona sim e em diversos aspectos, e a princípio, até pensei em fazer uma crítica sobre o filme, mas como essa bagaça é realmente muito ruim, resolvi fazer uma resenha mesmo… Dessa forma, posso esquecer as cagadas técnicas que essa produção apresentou e assim, desmistificar algumas coisas e focar um pouco mais no que foi positivo… Sim jovem Padawan, tivemos coisas boas!

Diferente do que muitos imaginam, essa produção trouxe coisas tão boas para o universo de CDZ, que é difícil entender o porque delas não terem surgido antes. Em certos aspectos, o filme ficou bem mais realista, urgente e as armaduras literalmente roubaram a cena.

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Pois é, as armaduras foram definitivamente um ponto alto do filme, mesmo com seus capacetes Hi-tech. Embora tenham sido alvos de críticas desde as primeiras fotos divulgadas, esses novos modelos apresentaram um desenho muito diferente do tradicional (o que já é o suficiente para os haters odiarem o filme), mas pela primeira vez parecem ser eficientes na função de proteger. Elas realmente passam a sensação de serem espessas e resistentes, além de serem ricas em detalhes, texturas e cores (No caso das armaduras de ouro, representados pelo Ouro amarelo, Ouro branco e Ouro rosé).

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Para os que reclamaram e ainda reclamam do visual, dizendo que não combina com o traço original, um artista resolveu desenha-las com o traço do anime. Saca só!

Ainda não gostou? Sugiro que deem uma olhadinha nas armaduras do Saint Seiya Omega... Aquilo sim é ruim!

Ainda não gostou? Sugiro que deem uma olhadinha nas armaduras do Saint Seiya Ômega… Aquilo sim é ruim! :p

Além das armaduras, acho que uma outra mudança muito válida feita nesse filme, foi terem colocado Milo como uma mulher! Masami Kurumada (autor de CDZ), tinha  vontade que as mulheres ganhassem mais destaque no mundo dos cavaleiros. Uma das medidas postas em prática no filme, foi a importância e desenvolvimento que Saori ganhou durante todo o tempo, tornando-se um personagem muito mais interessante do que a suas versões no mangá e no anime. Mas isso não era o suficiente, uma amazona é mais impactante e um dos cavaleiros de ouro teria que ser substituído. Provavelmente Milo foi o escolhido por ser o único com nome unisex, ter um golpe bem feminino e ter uma suposta relação “romântica” com o Camus. (sim, você leu corretamente… No Japão, os fãs japoneses relacionam Camus e Milo como um casal gay).

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Fonte: Facebook.com/CDZÔmegaBrasil

Outro ponto positivo, mas que passou desapercebido pela maioria, foram as referências que o filme fez aos demais títulos da franquia. Os fãs mais atentos, com certeza pegaram alguns easter eggs do manga, anime, Episódio G e Lost Canvas. Como por exemplo, os pingentes que fazem referencia ao Ômega.

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Esses pingentes além de serem mais bonitos, são bem mais convincentes que aqueles benditos cristais que se transformam em uma armadura coladinha…

Como puderam ver, o filme teve lá os seus momentos… Poucos, mas teve! Agora vou falar um pouco das cagadas e tentar ver algo positivo nelas.

Mascara da Morte de câncer… Haaa Mascara da Morte… O que fizeram com você?

Tudo bem que o personagem não é um dos mais legais, mas no anime ele deixou muitas crianças em pânico ou mesmo perturbadas com sua presença obscura e sua casa decorada com cabeças decepadas. Bom, tecnicamente a casa sombria e as cabeças estavam lá, mas tudo desandou quando ele resolveu cantar… Como se isso não fosse suficiente, fogos de artifício estouravam de diversos lugares e as cabeças se iluminavam como luzes neon em uma festa rave.

O que você não deve saber, é que esse, que talvez tenha sido o momento mais deprimente do filme, aparentemente foi retirado do mangá! Sim, andei dando uma olhada em alguns sites e fanpages, e descobri de alguns fãs mais hardcore, que o Mascara da Morte realmente da um showzinho nos quadrinhos orientais!

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Fonte: Facebook.com/cavdozodíaco

A enrolação talvez seja o fator que mais me incomoda nesses animes muito longos, quando era criança e meu senso crítico ainda era precário, isso não me incomodava, Atena podia ficar com uma flecha cravada no peito por séculos, assim como o planeta Namekusei de Dragon Ball Z, podia ficar prestes a explodir para sempre, que eu estaria em frente a tv, assistindo e vibrando a cada episódio novo. Entretanto, isso é um dos fatores que mais me afastam dos títulos de sucesso atualmente, já a sensação de urgência passada em Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário me agradou… Em partes…

O filme poderia ter sido maior, poderia ter se desenvolvido de forma mais completa. Até a metade do longa, tudo estava ok, tivemos as batalhas clássicas (mesmo que um pouco diferentes), humor e uma explicação breve, para não deixar os mais leigos por fora da história. Entretanto, daí em diante tudo foi muuuito corrido…

Por falar em corrido, ninguém teve uma participação tão rápida e inútil nesse filme como o cavaleiro de Peixes! Que participação pífia… Se fosse pra morrer dessa forma ridícula, melhor que nem tivesse aparecido.

Até os cavaleiros de prata que morreram no início do filme foram mais importantes!

Até os cavaleiros de prata que morreram no início do filme foram mais importantes que esse bostinha ai!

Japoneses possuem uma fixação por criaturas gigantescas que nem mesmo Freud explica… Partindo daí, podemos desistir de entender o porque daquele final ridículo onde Saga se transforma naquela aberração gigantesca! Francamente não imaginava que podiam empilhar merda tão alto… Sério, precisava daquilo?

Em comparação com o mangá e o anime, talvez a maior mudança sofrida tenha sido com o Santuário. No filme, representado por um cenário muito bonito, mas irreconhecível, incrivelmente irreal e estupidamente difícil de entender o caminho que os cavaleiros precisam seguir. Transformaram o santuário, que era representado por construções e ruínas gregas, em uma gigantesca cidade futurística repleta de edifícios, torres, dirigíveis e objetos flutuantes que desafiam as leis da física!

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WTF?

Pode ser ingenuidade ou muita confiança mesmo, mas a maioria foi ao cinema pensando que veria uma versão poket das 12 casas… Bobinho! Embora a dublagem clássica tenha sido feita de forma magistral, ela atrapalha em nos desligarmos do passado, o filme não é para ser nostálgico, ele é um reboot e diversas coisas foram alteradas propositalmente. No Japão, onde uma mudança nas vozes originais enfurece muita gente, uma nova dublagem foi realizada pensando justamente nisso. É o mesmo motivo de não termos ouvido a tão adorada Pegasus Fantasy.

A nostalgia foi com certeza um dos fatores que fizeram com que tanta gente se decepcionasse com Cavaleiros do Zodíaco – A Lenda do Santuário. Até por que, por aqui o filme não foi vendido como um reboot, mas sim, um filme dos cavaleiros feito com animação 3D.

E ai? Será que se o filme for visto com um olhar menos saudosista o resultado final é mais positivo?

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BATMÓVEL: QUAL É O MELHOR?

Com o visual do novo carro do Batman revelado, uma pergunta surge na cabeça de todo fã do morcego. Qual é o melhor carro? Bom, o melhor é complicado de dizer, mas vamos à todos eles e talvez chegamos uma conclusão.

1 – BATMAN: THE MOVIE // THE TV SHOW (1966-1969)

A primeira aparição do morcego nos cinemas e na tv trouxe consigo o início de uma longa caminhada para os filmes do Batman que vemos hoje. A primeira versão “live action” do Batman, Adam West e Burt Ward ( Batman/Bruce e Robin) rodavam em Gotham em um Lincoln Futura, que, com o passar da série, teve seu chassi alterado, devido ao motor – que era desenvolvido pela ford. Quando a ideia do filme apareceu, eles queriam transportar a série para o cinema, logo, se utilizaram do mesmo grupo que estava na tv, assim como o carro.

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Com o passar do tempo, o primeiro Batmóvel entrou na lista dos carros clássicos do cinema/tv. Como o motor era produzido pela Ford, responsável pelos “American muscles” que temos hoje, o valor do Lincoln triplicou ao longo dos anos.

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O Lincoln Futura da série e do cinema era equipado com um “Motor de turbina atômica” (motor V8 da Ford). Além dos acessórios do Batman (lasers, misseis, telefone de carro, computador de bordo, radar e “farol da polícia”), ele contava com uma aerodinâmica funcional para todos as missões do morcego. O carro, apesar de não soltar foguetes nem fogo, é completamente funcional.

O carro original foi vendido em um leilão, em 2013. O comprador desembolsou uma quantia de 4.2 milhões de dólares, algo em torno de 8.4 milhões de reais.

2 – BATMAN/ BATMAN: O RETORNO (1989/1992)

Com Michale Keaton no papel do morcego, o carro da vez era um protótipo desenhado por Anton Furst (designer de produção). Furst se utilizou do chassi e da lataria de um Chevrolet Impala ’74 para bolar o carro que o Homem-Morcego dirigiria em Gotham.

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A versão do filme do Tim Burton conta com um motor Chevrolet 350 Smallblock. Uma curiosidade da produção desse carro é o fato dele não ter porta. Diz a lenda que, quando eles foram apresentar o carro a Burton, todos adoraram, mas o diretor reparou que algo faltava no projeto. Então, para “remediar” a falta da porta, fizeram a entrada por cima do carro.

Assim como a versão anterior, ele é completamente funcional e todo equipado com as bugigangas do morcego. Sua lataria, porém, foi feita de fibra de vidro o que o fazia tremer e balançar quando o carro estava em alta velocidade. Com o treme-treme da carroceria, todas as cenas de alta velocidade do filme foram feitas beeeem devagar e aceleradas na pós-produção.

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Entre os 2 filmes, o batmóvel recebeu algumas mudanças. Segundo a Warner, eles melhoraram o motor e aumentaram a turbina. Devido à suas configurações, esse batmóvel não é “legal nas ruas”, por isso, o original se encontra em exibição no estúdio da Warner Bros. na Califórnia.

3 – BATMAN ETERNAMENTE (1995)

Depois de 2 filmes de Tim Burton, eles resolveram que era hora de estragar de vez o Batman nos cinemas. Contrataram Joel Schumacher para o papel de diretor, que trouxe consigo Val nego tava de sacanagem Kilmer. O batmóvel desse lixo filme, também foi desenhando a partir de um Impala ’74, mas Schumacher resolveu adicionar uma “crista” no carro, além de deixa-lo mais “brilhante”.

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O carro era completamente funcional e contava com todas as bugigangas dos anteriores, mas não chegou aos pés de seus antecessores. Para não me estender nesse filme de merda, vamos direto ao valor que o carro original foi  vendido.

Um advogado chamado John O´Quinn, levou essa ~belezinha~ por 350 mil dólares, algo em torno de 770 mil reais.

4 – BATMAN & ROBIN (1997)

Ainda sob a direção de Schumacher, Batman & Robin veio aos cinemas com George Clooney como Bruce Wayne/Batman. Em sua versão do batmóvel, não houve muita mudança do último. Barbara, responsável pelo “novo” carro do morcegão, diz ter se inspirado nos carros de corrida antigo – Jaguar D Type e Delahaye- para criar esse visual para o carro.

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Como os outros batmóveis, esse também era completamente funcional e contava com os acessórios do Morcego. Contanto, ele vinha com algo a mais. Em alguma viagem muito louca, Ling resolveu colocar luzes coloridas no carro. Amarelo, vermelho, laranja e azul, tudo que o Batman precisa para enfrentar o crime de Gotham.

5 – BATMAN BEGINGS/ DARK KNIGHT/ DARK KNIGHT RISES ( 2005,2008,2012)

Depois de anos de filmes duvidosos, a Warner resolveu acertar a mão e chamou Christopher Nolan para dirigir a mais nova sequência de filmes do Homem – Morcego. O Tumbler foi desenvolvido por Crowley e Nolan, e foi construídos pelos engenheiros Chris Corbould e Andy Smith.

A ideia inicial do projeto era fazer do batmóvel um tanque, seguro e confiável, que pudesse segurar toda a pressão. Como o carro deveria atender a todas as demandas do homem- morcego, eles precisavam fazer algo que “pudesse existir”, foi assim que nasceu o Tumbler. Pesando 2,5 toneladas e com a velocidade máxima de 110 MPH (177 KM/H) e capaz de pular até 10 metros, o tumbler foi o batmóvel mais “real” já produzido.

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Como era para parecer um tanque, o tumbler, diferente dos outros batmóveis, não era “estiloso”. Como dito anteriormente, a ideia de Nolan era fazer algo “real”, então, essa história do batman perseguir bandidos munidos de bomba com um impala, tinha ficado ultrapassada.

Existiram 3 versões do Tumbler, um pra cada filme da triologia, com pouca mudança entre elas. Seu motor continuou o mesmo, um 500-HP Chevy 350 V8, pneus para terrenos acidentados e eixo de titânio. A maior diferença entre os modelos, foram os gadgets adicionados neles ao longo da trilogia.

No segundo filme, o tumbler recebeu um controle remoto, permitindo que o Batman o controlasse de longe. O maior upgrade de todos foi, sem dúvida, o “bat-pod”, uma moto que saiu de dentro do tumbler, quando o mesmo foi destruído.

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Uma curiosidade interessante sobre o design do tumbler, era o morcego em sua lataria que poucos conseguiram enxergar ao longo dos 3 filmes. Se olharmos com atenção para a carroceria do tumbler podemos que sua armadura forma um morcego com as asas encolhidas.

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6 – BATMAN VS SUPERMAN (2016)

Com o anúncio de um novo batman, dessa vez sob a direção de Zack Snyder, todos esperam ansiosamente a revelação de quem seria o novo batman e de como seria o novo batmóvel. Depois do Ben Affleck ser escolhido como batman, muitos fãs do morcego perderam suas esperanças com esse filme me incluo nesses fãs. O que não esperávamos, era um batmóvel tão maneiro como o que foi apresentado pela equipe do novo filme.

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Nenhum dado específico sobre o novo carro foi revelado, mas já podemos ver que ele é uma mistura de tudo que veio antes. Corpo longo, com aparência e armamento de um tanque.

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Muito mistério cerca a produção do novo filme do Batman, que será o novo filme do Superman, também Além de ser um novo filme da Mulher maravilha, do Flash, do Aquaman e, muito provavelmente, da liga toda. Tudo que temos sobre o novo Batmóvel são as fotos divulgadas pela equipe de produção.

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Depois de todo esse caminho entre batmóveis, entre filmes bons e filmes ruins, conseguiu descobrir qual é o melhor? Para o que vos fala, é quase impossível decidir qual é o melhor carro do morcegão. Tanto o batmóvel do Tim Burton – o mais irado – quanto o do Nolan são muito bons. Talvez, o melhor batmóvel seja o que está por vir, já que, no final das contas, ele é uma mistura de todos os outros. Só espero que ele não seja uma boate ambulante como aquela merda do Batman&Robin.

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FÃS DE DIVERGENTE PODEM FINALMENTE VER CENA DO ATAQUE A FACA

Uma das cenas mais memoráveis ​​do romance de Veronica Roth, Divergente, foi filmado para a adaptação para o cinema, mas não apareceu na edição final. Agora, com um bônus incluído no Blu-ray e DVD é possível ver tal cena, os fãs podem experimentar o espetáculo angustiante de esfaqueamento a um dos olhos de Edward.

A cena começa com Tris (Shailene Woodley) despertando abruptamente em sua cama na Audácia, ao som de gemidos guturais. Ela e Christina (Zoë Kravitz) logo descobrem Edward (Ben Lamb) com uma faca saindo de seu olho esquerdo ensanguentado. Pânico segue com o grupo de recém-acordados jovens guerreiros que lutam sobre com o que fazer a seguir. Tris tenta confortar Ed, que está com falta de ar, ela olha para cima para encontrar um personagem suspeito saindo das sombras: Peter (Miles Teller).

É uma das poucas sequências brutais do livro que não fez a transição para o cinema. Você pode encontrar mais cenas deletadas como essa – no Blu-ray e DVD.

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