GAMES WITH GOLD: ENTENDA O QUE É!

Depois de toda a polêmica relacionada ao lançamento do Xbox One no ano passado, a Microsoft começou o que eu chamaria de “o melhor projeto para o Xbox 360”.

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Games With Gold resume-se, basicamente, em presentear usuários “Gold” da Live, aqueles que pagam pelo serviço.  O serviço começou em julho de 2013 e já deu muito jogos desde então. O GWG funciona da seguinte maneira: A Microsoft disponibiliza dois jogos por mês, 1 no primeiro dia do mês e outro no décimo sexto dia. O usuário Gold deve apenas baixar o jogo e jogar. O primeiro jogo liberado foi o Defense Grid: The Awakening, que ficou liberado de 1º de julho, até o dia 15. Jogos como Halo, Assassin’s Creed 2 e Fable III, fizeram parte da lista de jogos gratuitos.  A Microsoft está apostando pesado nesse serviço, que a PSN Plus já tem há um tempo.

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A proposta da Microsoft é muito interessante, já que, aqui no Brasil, os jogos são muito caros. A Microsoft a principio prometeu o serviço até dezembro do ano passado, mas como deu muito certo e atraiu dezenas de usuários de volta, a empresa decidiu estender o projeto. Como dito anteriormente, o GWG foi a melhor coisa que a Microsoft fez para seus jogadores. Essa iniciativa da empresa, fez com que seus números voltassem a subir, mesmo depois de toda polêmica envolvendo o lançamento do Xbox One, que é pior do que o Playstation 4 polêmicaaaaaa!!.

Sendo um jogador Sim, jogador! Quando eu vou no Sr. Saraiva, eu compro jogo e não game, então, gamer é o caralho! fanático, devo dizer que é sempre bom receber um jogo novo. Além de ser economicamente melhor, ainda me rende algumas horas extras de diversão ~de graça~.

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DLC: UMA BENÇÃO OU UMA MALDIÇÃO?

Alguém, em algum dia brilhante, teve uma ideia excelente: “E se nós não vendêssemos o jogo completo e ainda fizesse o otário o jogador pagar mais 20 dólares por ele?”. E assim nasceu o DLC.

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A febre dos “Conteúdos extras” estourou com a chegada no PS3 e do Xbox 360, apesar de já existir conteúdos extras para jogos no computador, essa pratica ainda não era tão difundida. Para quem não conhece, DLC –  “Downloadable Content”- é um extra para o jogo, que pode ser adquirido por meio da internet do console (PSN, Live, Steam e etc…). Bom, qual é o problema do DLC? A resposta nem sempre é simples. Vamos aos porquês.

A princípio, o DLC é algo positivo para a experiência do jogador. Sim, isso é verdade! Não há nada melhor do que jogar mais um pouco daquela parada que você adorou. Mas, com o passar do tempo,  algumas empresas começaram entender que o “gamer” quer a experiência máxima do jogo, então, eles começaram a cobrar por DLCs. Até aí, sem problemas, afinal, vivemos num sistema capitalista, certo? Todos devemos ganhar e perder dinheiro!

Depois de entender que os jogadores fazem de tudo para uma “experiência máxima”, as empresas se ligaram que eles poderiam lucrar mais ainda com seus produtos. Então, começou o problema! Alguns jogos já saem “incompletos”. Entenda, não é que a história presente na versão ~free~ não esteja completa, mas, muitas das vezes, o final é insatisfatório e você quer mais. Usando o Assassin’s Creed como referencia, vamos voltar no quarto jogo da série, que é o 2.2, que é o quarto, mas é o 2.2… (Vai entender…) Enfim, no AC Revelations entendemos mais da história do Ezio e como é a ponte entre o passado e futuro, até aí tudo bem. Maaaaaaaaas, eis que um DLC foi liberado e esse extra contava a história, mais aprofundada, do Animus e do “Piece of Eden” (um artefato que tem ligação com a história do jogo). Quem não jogou diz: Ah, mas a história principal foi contada na versão ~free~ do jogo.” Tá, até foi, mas por que o DLC tem mais detalhes? E mais, detalhes tão importantes e tão fodas que, ao meu ver, não deveria ficar fora da versão ~free~.

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Jogos da plataforma Android são os que mais sofrem desse problema. Muitos jogos se dizem free, mas te obrigam a comprar algo dentro do jogo para o mante-lo interessante. Porra, se vai cobrar pelo jogo, por que não cobra antes do download!?

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Depois de alguma pesquisa no Google, percebi que não sou o único revoltado com a situação dos conteúdos extras. Vi milhares de pessoas reclamando da mesma coisa e até me deparei com coisas muito bizarras no meio do caminho (NSFW). Eis que achei algo sensacional, mas que, na verdade, não adianta de porra nenhuma. Um inglês chamado Den Neil criou um abaixo-assinado para pedir que as companhias nos entreguem DLCs gratuitos, tendo em vista o preço dos jogos e tal. Infelizmente o abaixo-assinado já foi encerrado, mas a página continua online e você pode ver e ter uma ideia de como reclamar com a empresa.  Clique aqui para ajudar a causa (Isso ficou parecendo recrutamento para o IRA).

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Na imagem: Trabalho por comi… DLC

Raiva e pontos negativos a parte, existe um lado bom nessa torrente de cocô. Existem DLCs que são aceitáveis. DLCs que são, realmente, um conteúdo extra e te entrega uma nova história, uma real continuação do jogo. O melhor exemplo disso é 250px-UndeadArto Undead Nightmare, o DLC do Red Dead Redemption. Esse é o melhor Conteúdo extra que já comprei/joguei. Diferente do exemplo dado no ponto negativo, o RDR tem a história fechada e não se apoia no DLC para detalhes. E, quanto ao conteúdo, ele não é uma simples missãozinha ou algo bobinho, feito pra tirar seu dinheiro. Ele é uma nova história, malandro! E se os cowboys do velho oeste virassem zumbis? Porra, excelente!! Deu até vontade de jogar de novo. Outros exemplos de bons DLCs são as expansões de GTA IV: The Balad of Gay Tony e Lost MC. Os DLCs de L.A. Noire também valem a pena ser adquiridos.

comics-JaGo-games-dlc-6042721Como tudo nessa vida, existem lados positivos e negativos nos DLCs, mas, na maioria das vezes, eu só consigo enxergar o lado negativo das paradas. 15 reais por uma pistola, 30 reais por uma missãozinha de merda, 20 reais por um carro que neeeeeem é tão superior aos outros e 40 reais por um extra que conta a MESMA fuckin história do jogo, mas tem 3 falas a mais, por isso é melhor e deve ser comprado, pois essas 3 frases são suficientes para tirar toda e qualquer dúvida sobre a história. Por essas e por outras, que sou COMPLETAMENTE contra o DLC. Não nego que existam uns bons, mas a grande maioria deixa a desejar. E você, o que pensa sobre o assunto?

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ASSASSIN’S CREED IV: REI DOS MARES E DOS BUGS

A franquia que já é conhecida por todos os fãs e já tem data de lançamento para seu próximo jogo, tomou minha atenção nos últimos dias.

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Adquiri o jogo recentemente e prontamente saí jogando. Com o passar das missões, mapas, partes chatas e estórias fodas, reparei que algo sempre me acompanhava no caminho. Sempre que precisava de extrema cautela ou habilidade, lá estava o bug para me atrapalhar.

Antes de criticar o jogo, devemos falar da qualidade dele. ESPETACULAR! Eu sei que muitos dirão que o gráfico (especialmente o “desenho” dos seres humanos) é meio zoado, mas nada que atrapalhe o conjunto da obra. A estória, como é de praxe na série, foi foda! Essa mistura de personagens reais com personagens fictícios é muito bem feita! Mas, chega de papo de ficante e vamos aos bugs!

BUGS! BUGS! BUGS!

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Existem diversos bugs em todo sandbox, isso é uma realidade. Mas, sinto que nessa versão do AC os bugs se superaram. Falhar missão (ou não completar 100%) porque você ficou preso no meio de uma árvore é broxante. Outro bug mega recorrente do jogo é o que chamo de “sapinho”. Quando Edward sobe em algo que ele precise ficar agachado em cima, como um toco de árvore, e tem um inimigo perto, o personagem fica preso ali e não se move até que tome uma porrada (meio masoquista, não?) Enfim, depois de 40 horas jogadas e muita, mais muita dor de cabeça por causa de bugs, descobri que não estava sozinho. Inúmeros jogadores reclamaram dos mesmos problemas na internet. Aparentemente a Ubisoft nada faz para consertar os problemas do jogo, o que deixa alguns usuários revoltados.

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Maaaaaaaaaaaaaas, sejamos francos, nem todo bug dá raiva, alguns até te surpreendem. Veja esse vídeo do bug MAIS ÉPICO de todos os bugs do mundo.

Sim, Edward Kenway é o Moisés dos piratas!

MB

Mimimis e brincaderias de lado, o jogo é muito bom. Mesmo com inúmeros bugs e quest chatas, vale (e muito!) ser jogado! O jogo tá entre 50~80 reais e pode ser encontrado nas principais lojas de jogos, tanto online quanto em lojas físicas. E agora, com o jogo zerado, devemos esperar o Unity chegar com mais bugs!

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[RESENHA] SONS OF ANARCHY: BALAS, MOTOS E “BROTHERHOOD”

A série acabou de estrear sua 7ª e última temporada e a ideia é falar um pouco sobre essa série que vem deixando os fãs de motos alucinados. Se você nunca assistiu a série, fique tranquilo! Não haverá spoiler nesse texto! :)

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Sinopse 

A premissa da série é bem simples. Ela acompanha Jax Teller, Vice presidente do Sons of Anarchy MC, e te mostra como é a vida de um clube “fora da lei”. Com o passar das temporadas, Jax começa a discordar de certas ações do presidente atual do SOA, Clay Morrow (Hellboy), o que o faz buscar um caminho diferente para seu clube. Jax luta para manter o clube fundado por seu pai e, ao longo do caminho, descobre coisas que mudam seu ponto de vista com o clube. Além de tentar acertar o clube, ele também deve cuidar de sua esposa e filhos.

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Deixando as formalidades pra trás, a série é foda! Sua estreia foi em 2008, mas só resolvi assistir quando foi lançada no Netflix. Como toda série longa, SOA tem seus pontos altos e baixos, prós e contras, que, para alguns, deixa a série chata. Ao meu ver, os pontos fracos não estragam a diversão do espectador. Vamos lá!

A série começa com um milhão de informações sobre o clube. Vemos que eles tem ligação com o IRA, e que revendem as armas contrabandeadas pelo movimento. Além de negociar armas, como todo Moto Clube “fora da lei” que se preze, eles ganham dinheiro fazendo escoltas de cargas e itens roubados. Situados em Charming, CA, os Sons estão em atividade há mais de 25 anos. Nesse meio tempo, eles criaram laços em Charming e são ~adorados~ pelos locais. Logo na primeira temporada, podemos ver como funciona o esquema do clube, todos seus negócios, seus problemas internos e os problemas pessoais de cada membro do MC. Uma coisa beeeeeeem foda que os produtores fizeram, foi aprofundar os personagens ao longo das temporadas. A princípio, são só um monte de maluco que ganham dinheiro de forma ilegal. Mas, ao decorrer da série, essa opinião muda. E em certos momentos que chamo de “Violência gratuita para ajudar um amigo”, abrimos um sorriso com aquilo, mesmo sendo COMPLETAMENTE errado.

Mimimis e elogios a parte, vamos aos pontos positivos e negativos da série:

 

Pontos Positivos

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Como dito acima, o ponto positivo da série é a amizade, o “brotherhood”, dos integrantes do MC. Além disso, as ótimas atuações ajudam a melhorar a diversão ao longo da série. A comédia também é presente na série, ainda que sua temática seja pesada, os autores procuram adicionar uma pegada humorística sempre que possível. Personagens como Tigg, Happy e Chucky, transformam uma série de drama em algo menos agressivo e engraçado; mas não é só de comédia que a série se mantem. A cada temporada que termina, temos uma explosão de cabeça com os planos bolados pelo MC para sair das mais difíceis situações, como não ser currado pelo ATF, por exemplo. Grande parte do sucesso da série são seus personagens. Eles são responsáveis por prender o espectador e a cada episódio que termina, nós queremos ver mais. Mas não vou falar dos personagens agora, falarei de cada um mais pra frente.

Pontos Negativos

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Como nada é perfeito, a série tem alguns pontos negativos, mas, como dito anteriormente, nada que atrapalhe a diversão do espectador. Falar dos pontos negativos sem soltar um pouco de spoiler é complicado, mas vou tentar fazer isso. Bom, na 4ª e na 5ª temporada, Jax se encontra com um problema famíliar ( Se quiser saber o que é, assiste a série! Não vou dar spoiler :D), o que muda o foco da série para o drama vivido por ele. Não é nada que se diga “Caralho, que merda!”, mas chega a ser chato e monótono por um tempo. Tipo The Walking Dead, mas TWD é pior. Um dos pontos positivos, pra mim, entra como ponto negativo para outras pessoas, que são os planos mirabolantes do MC para se livrar do problema, e como o plano sai SEMPRE como foi escrito no papel. Eu vi gente reclamando disso, mas, ao meu ver, “fuck ‘em!!

 

Personagens

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Os personagens de SOA são, no minimo, MUITO bem elaborados. Com o passar do tempo, vemos que cada um tem a sua história aprofundada e ao longo do tempo você se apega mais a eles. Reação parecida aconteceu em The Sopranos, da HBO. Bom, vamos aos personagens principais:

 

1 – Jackson “Jax” Teller (Charlie Hunnam)

Jax é o protagonista da série e tem como função manter o clube. Ele é o VP ( Vice presidente) do SOA MC. Jax é o tipo do cara estourado, mas inteligente. Quando ele descobre um livro escrito por seu pai, ele resolve que é hora de fazer uma mudança no caminho do clube. Nas temporadas que se seguem, vemos Jax tomando escolhas difíceis, tanto para sua vida pessoal, quanto para seu clube. Sem dar nenhum spoiler, Jax é o personagem mais irado da série!

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2 – Clarence “Clay” Morrow ( Ron Hellboy, bitch! Pearlman)

Clay é o típico chefe de uma organização criminosa. Inteligente, dissimulado e disposto a fazer tudo para alcançar seus objetivos. Trocando em miúdos, é um grandississississississímo filho da puta! Ele é casado com Gemma, mãe de Jax. Com a morte de John Teller, pai de Jax e criador do MC, Clay virou presidente e começou a comandar desde então. Ele foi o responsável pelo aumento na demanda das armas vindas da Europa, e do aumento do rendimento $$ do grupo. Ele também é responsável pela negociação com os Mayans, gangue rival, que levou os Sons a transportarem armas e drogas para o Cartel Mexicano. Mas isso já é spoiler :)

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3 – Gemma Teller-Morrow ( Katey ~milf~ Sagal)

Gemma é a “mãezona” da galera, ele é casada com Clay, presidente do MC e filho da puta, e é mãe de Jax, VP do grupo. Ela é uma personagem forte e determinada, que, assim como Clay, não mede esforços para realizar suas vontades. Ela era casada com John Teller, pai de Jax e melhor amigo de Clay, que morreu em um acidente de moto. Gemma, então, encontrou conforto nos braços de Clay e eles estão juntos desde então.

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4 – Robert “Bobby” Munson ( Mark Boone Jr.)

Bobby Elvis, como também é conhecido pela galera, é um cara mais responsável, mais sensato. Além de ser um badass modafucka, ele também faz cover do Elvis Presley, daí seu apelido. Com o passar das temporadas, Bobby se torna conselheiro e, assim como Jax, quer tirar o clube da ilegalidade. Por isso, ele vira responsável pelas organizações legítimas e ~familiares~ do clube.

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5 – Alex “Tig” Tagger ( Kim Koates)

Tig é um dos personagens mais engraçados e malucos da série, seu desejo incontrolável por pussy o faz criar situações extremamente engraçadas, como no episódio em que eles devem procurar um corpo no hospital, e Tigg revela que sente atração por mortos. Além dessa estranha obsessão, ele também adora as croweaters, “fãs” do clube, e travestis. Sim, travestis! Tig não é só pervertido, ele também é leal ao clube. Apesar de fazer algumas merdas, ele sempre está a serviço do MC.

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6 – Fillip “Chibs” Telford ( Tommy Flanagan)

Chibs é um irlandês que se juntou ao clube há muito tempo. Chibs é um dos mais leais do clube e, assim como Jax e Bobby, sabe que o MC deve sair do mercado de armas. Com o passar do tempo, vemos que seus laços com a irlanda ainda estão ativos e nos é apresentado sua mulher e filha, que pertencem a Jimmy O’Phelan, um grandississississississímo filho da puta, que é um dos chefões do IRA.

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7 – Harry “Opie” Winston ( Ryan Hurst)

Opie é o melhor amigo de Jax desde a infância e é um dos mais leais à mesa. Depois de passar 5 anos na prisão, Opie havia decidido por largar o MC e a vida do crime para ficar com sua esposa e filhos, mas foi obrigado a voltar por causa de problemas com os Mayans. Com o passar da série, Opie se torna cada vez mais importante dentro do clube.

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8 – Piermont “Piney” Winston (William Lucking)

Winston é um dos membros originais do clube e ajudou John Teller a fazer o clube crescer. Piney é o pai de Opie e, assim como Jax, queria que o clube saísse do negócios ilegais. Piney nunca foi muito favorável a Clay assumir o grupo, sempre que possível, questionava sua liderança e sua decisão.

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9 – Juan Carlos “Juice” Ortiz (Theo Rossi)

Juice é o cara “tecnológico” do MC, sempre que o grupo precisa de informações, ele as acha. Com o passar do tempo, Juice se mete em uns problemas que o ameaçam dentro do Clube, mas isso é o máximo que posso ir sem dar spoiler. Ele usa um corte de cabelo um tanto quanto duvidoso e protagoniza uma das cenas mais engraçadas da série, quando toma umas pílulas e acorda na rua, vestido de bebê.

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10 – Happy (David LaBrava)

Happy, junto com Tig, é um dos personagens mais engraçados da série. Com um aspecto de psico, risadas durante tiroteios e paixão por desenho animado, Happy é, sem dúvida, o personagem mais curioso. No início da série ele é Nomad, divisão do SOA sem lugar fixo, mas logo recebe o patch de Redwood e se fixa em Charming. Uma curiosidade sobre Happy, é a sua tatuagem de carinhas felizes, uma pra cada morte.

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11 – Dr. Tara Knowles ( Maggie Siff)

Tara é a esposa de Jax e, como ela mesma diz, “médica da máfia”. Quando um integrante toma um tiro ou é mordido por um cachorro, ela é chamada para resolver a situação. Tara começa como uma personagem que volta à Charming para trabalhar no hospital local, mas logo acaba se reconectando com o seu passado ali. Com o passar do tempo, Tara, já casada com Teller, acaba se enchendo da vida perigosa que seu marido leva e resolve fazer alguma coisa.

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12 – Wayne Unser ( Dayton Callie)

Wayne é o típico policial corrupto de cidade pequena. Sua única vontade era ver Charming em paz, por isso, fez um trato com o SOA para que fizessem seus negócios fora da cidade e, em troca, ele daria informações confidencias para o MC. Depois de algumas temporadas, Wayne se aposenta da polícia e se torna amigo do grupo, ajudando-os o máximo que seu câncer permite.

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Outros personagens

Além desses descritos acima, a série conta com diversos outros personagens que tiveram sua importância na história. Queria poder citar todos, mas a matéria ficaria maior do que já está. Desdes sidekicks podemos citar o Grim Bastards MC, que ajuda o SOA sempre que eles precisam de uma ajuda. Não podemos esquecer do Nero Padilla, dono do Diosa, que entra em parceria com Jax para manter seu negócio de ~prostituição legítimo~, do Barosky, policial corrupto de Oakland, que cuida dos negócios “legítimos” do MC por lá, o Diosa Del Sur. O mais incrível nesse personagem é o fato do ator ser o Peter Weller, SIM, O ROBOCOP! É nessas horas que você perde a esperança… Até o robocop virou corrupto. Além desses, não podemos nos esquecer da  Agente Stahl, da ATF,  que perturbou a vida de todos os integrantes do MC por muito tempo até que… Bom, isso já é spoiler. :)  E do Deputy Chief Hale, que tentou derrubar o MC a todo custo.

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Se você leu até aqui significa que a série te interessou, então, vamos ao fatos. Como dito na primeira linha, a série se encontra na sua 7ª e última temporada e está em exibição pela FX. A Netflix tem até a 4ª temporada completa, ainda sem previsão de chegar a 5ª,6ª e 7ª temporadas. Se você preferir, pode dirigir-se até a locadora do Paulo Coelho e baixar todas as temporadas lá. Como considerações finais, eu gostaria de acrescentar que a série é foda e vale muito ser assistida! Se você curte uma boa trama com motos e balas, essa série, definitivamente, vai fazer você pirar!

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BATMÓVEL: QUAL É O MELHOR?

Com o visual do novo carro do Batman revelado, uma pergunta surge na cabeça de todo fã do morcego. Qual é o melhor carro? Bom, o melhor é complicado de dizer, mas vamos à todos eles e talvez chegamos uma conclusão.

1 – BATMAN: THE MOVIE // THE TV SHOW (1966-1969)

A primeira aparição do morcego nos cinemas e na tv trouxe consigo o início de uma longa caminhada para os filmes do Batman que vemos hoje. A primeira versão “live action” do Batman, Adam West e Burt Ward ( Batman/Bruce e Robin) rodavam em Gotham em um Lincoln Futura, que, com o passar da série, teve seu chassi alterado, devido ao motor – que era desenvolvido pela ford. Quando a ideia do filme apareceu, eles queriam transportar a série para o cinema, logo, se utilizaram do mesmo grupo que estava na tv, assim como o carro.

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Com o passar do tempo, o primeiro Batmóvel entrou na lista dos carros clássicos do cinema/tv. Como o motor era produzido pela Ford, responsável pelos “American muscles” que temos hoje, o valor do Lincoln triplicou ao longo dos anos.

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O Lincoln Futura da série e do cinema era equipado com um “Motor de turbina atômica” (motor V8 da Ford). Além dos acessórios do Batman (lasers, misseis, telefone de carro, computador de bordo, radar e “farol da polícia”), ele contava com uma aerodinâmica funcional para todos as missões do morcego. O carro, apesar de não soltar foguetes nem fogo, é completamente funcional.

O carro original foi vendido em um leilão, em 2013. O comprador desembolsou uma quantia de 4.2 milhões de dólares, algo em torno de 8.4 milhões de reais.

2 – BATMAN/ BATMAN: O RETORNO (1989/1992)

Com Michale Keaton no papel do morcego, o carro da vez era um protótipo desenhado por Anton Furst (designer de produção). Furst se utilizou do chassi e da lataria de um Chevrolet Impala ’74 para bolar o carro que o Homem-Morcego dirigiria em Gotham.

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A versão do filme do Tim Burton conta com um motor Chevrolet 350 Smallblock. Uma curiosidade da produção desse carro é o fato dele não ter porta. Diz a lenda que, quando eles foram apresentar o carro a Burton, todos adoraram, mas o diretor reparou que algo faltava no projeto. Então, para “remediar” a falta da porta, fizeram a entrada por cima do carro.

Assim como a versão anterior, ele é completamente funcional e todo equipado com as bugigangas do morcego. Sua lataria, porém, foi feita de fibra de vidro o que o fazia tremer e balançar quando o carro estava em alta velocidade. Com o treme-treme da carroceria, todas as cenas de alta velocidade do filme foram feitas beeeem devagar e aceleradas na pós-produção.

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Entre os 2 filmes, o batmóvel recebeu algumas mudanças. Segundo a Warner, eles melhoraram o motor e aumentaram a turbina. Devido à suas configurações, esse batmóvel não é “legal nas ruas”, por isso, o original se encontra em exibição no estúdio da Warner Bros. na Califórnia.

3 – BATMAN ETERNAMENTE (1995)

Depois de 2 filmes de Tim Burton, eles resolveram que era hora de estragar de vez o Batman nos cinemas. Contrataram Joel Schumacher para o papel de diretor, que trouxe consigo Val nego tava de sacanagem Kilmer. O batmóvel desse lixo filme, também foi desenhando a partir de um Impala ’74, mas Schumacher resolveu adicionar uma “crista” no carro, além de deixa-lo mais “brilhante”.

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O carro era completamente funcional e contava com todas as bugigangas dos anteriores, mas não chegou aos pés de seus antecessores. Para não me estender nesse filme de merda, vamos direto ao valor que o carro original foi  vendido.

Um advogado chamado John O´Quinn, levou essa ~belezinha~ por 350 mil dólares, algo em torno de 770 mil reais.

4 – BATMAN & ROBIN (1997)

Ainda sob a direção de Schumacher, Batman & Robin veio aos cinemas com George Clooney como Bruce Wayne/Batman. Em sua versão do batmóvel, não houve muita mudança do último. Barbara, responsável pelo “novo” carro do morcegão, diz ter se inspirado nos carros de corrida antigo – Jaguar D Type e Delahaye- para criar esse visual para o carro.

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Como os outros batmóveis, esse também era completamente funcional e contava com os acessórios do Morcego. Contanto, ele vinha com algo a mais. Em alguma viagem muito louca, Ling resolveu colocar luzes coloridas no carro. Amarelo, vermelho, laranja e azul, tudo que o Batman precisa para enfrentar o crime de Gotham.

5 – BATMAN BEGINGS/ DARK KNIGHT/ DARK KNIGHT RISES ( 2005,2008,2012)

Depois de anos de filmes duvidosos, a Warner resolveu acertar a mão e chamou Christopher Nolan para dirigir a mais nova sequência de filmes do Homem – Morcego. O Tumbler foi desenvolvido por Crowley e Nolan, e foi construídos pelos engenheiros Chris Corbould e Andy Smith.

A ideia inicial do projeto era fazer do batmóvel um tanque, seguro e confiável, que pudesse segurar toda a pressão. Como o carro deveria atender a todas as demandas do homem- morcego, eles precisavam fazer algo que “pudesse existir”, foi assim que nasceu o Tumbler. Pesando 2,5 toneladas e com a velocidade máxima de 110 MPH (177 KM/H) e capaz de pular até 10 metros, o tumbler foi o batmóvel mais “real” já produzido.

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Como era para parecer um tanque, o tumbler, diferente dos outros batmóveis, não era “estiloso”. Como dito anteriormente, a ideia de Nolan era fazer algo “real”, então, essa história do batman perseguir bandidos munidos de bomba com um impala, tinha ficado ultrapassada.

Existiram 3 versões do Tumbler, um pra cada filme da triologia, com pouca mudança entre elas. Seu motor continuou o mesmo, um 500-HP Chevy 350 V8, pneus para terrenos acidentados e eixo de titânio. A maior diferença entre os modelos, foram os gadgets adicionados neles ao longo da trilogia.

No segundo filme, o tumbler recebeu um controle remoto, permitindo que o Batman o controlasse de longe. O maior upgrade de todos foi, sem dúvida, o “bat-pod”, uma moto que saiu de dentro do tumbler, quando o mesmo foi destruído.

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Uma curiosidade interessante sobre o design do tumbler, era o morcego em sua lataria que poucos conseguiram enxergar ao longo dos 3 filmes. Se olharmos com atenção para a carroceria do tumbler podemos que sua armadura forma um morcego com as asas encolhidas.

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6 – BATMAN VS SUPERMAN (2016)

Com o anúncio de um novo batman, dessa vez sob a direção de Zack Snyder, todos esperam ansiosamente a revelação de quem seria o novo batman e de como seria o novo batmóvel. Depois do Ben Affleck ser escolhido como batman, muitos fãs do morcego perderam suas esperanças com esse filme me incluo nesses fãs. O que não esperávamos, era um batmóvel tão maneiro como o que foi apresentado pela equipe do novo filme.

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Nenhum dado específico sobre o novo carro foi revelado, mas já podemos ver que ele é uma mistura de tudo que veio antes. Corpo longo, com aparência e armamento de um tanque.

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Muito mistério cerca a produção do novo filme do Batman, que será o novo filme do Superman, também Além de ser um novo filme da Mulher maravilha, do Flash, do Aquaman e, muito provavelmente, da liga toda. Tudo que temos sobre o novo Batmóvel são as fotos divulgadas pela equipe de produção.

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Depois de todo esse caminho entre batmóveis, entre filmes bons e filmes ruins, conseguiu descobrir qual é o melhor? Para o que vos fala, é quase impossível decidir qual é o melhor carro do morcegão. Tanto o batmóvel do Tim Burton – o mais irado – quanto o do Nolan são muito bons. Talvez, o melhor batmóvel seja o que está por vir, já que, no final das contas, ele é uma mistura de todos os outros. Só espero que ele não seja uma boate ambulante como aquela merda do Batman&Robin.

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DJANGO LIVRE PODE VIRAR MINISSÉRIE DE TV!

Quentin Tarantino ainda não cansou do gênero western e pretende levar Django a televisão!

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Ainda que não tenha nada confirmado, o diretor afirma ter 90 minutos de filmagens “nunca antes vistas”.

“Eu tenho aproximadamente 90 minutos de Django, que ainda não foram vistos. Minha ideia, na verdade, é colocar isso numa versão de 4 horas, mas não a mostraria como um filme longo. Eu cortaria em 4 partes, fazendo assim, 4 episódios de 1 hora. Minha ideia é apresenta-lo em um canal de tv a cabo. Nós usaríamos todo o material que eu tenho e isso não seria problema. Isso seria uma minissérie, e as pessoas amam isso.” Disse o Diretor.

Por mais maneiro que seja isso, não existe nada confirmado e, como já é sabido, Tarantino gosta de “pensar em voz alta”, quando se trata do futuro de sua obra. É possível que isso jamais saia do papel, mas eu gostaria de ver Django na televisão. Para manter a qualidade de Django, Tarantino deverá achar um canal disposto a mostrar o filme/série como ele é. Sangue, violência, linguagem obscena, entre outros. Um chute? Eu iria com a HBO, ela nunca nos deixa na mão!

Se o projeto for confirmado, eis minha reação:

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